Pôr do sol Marina Bay Sands
Publicado em Novembro 2, 2013

Singapura: a porta de entrada de uma Ásia fascinante

Ásia/ Singapura

A viagem a Singapura ficou marcada, para Maria Magalhães, pela simpatia dos habitantes e é também por isso que elege este destino como um dos mais inesquecíveis! Aqui fica o relato da sua experiência, com dicas importantes para quem está a pensar visitar Singapura. Viaje com… Maria Magalhães 😀

“Viajar 12 horas, de um país europeu, para chegar a Singapura pode parecer um sacrilégio. Mas nada é mais reconfortante do que chegar ao aeroporto de Changi”, confessa Maria Magalhães salientando que “A organização, a simpatia, a disponibilidade dos habitantes fazem com que até os carateres chineses, escritos nas paredes, se pareçam com a nossa língua materna. E os preços para voar para o Oriente estão cada vez mais convidativos. O segredo é conseguir uma boa promoção. Por exemplo, quem tiver disponibilidade para viajar em época baixa consegue um voo Air France, Lisboa-Singapura, por 500 euros, chave na mão”, revela.

Gardens by the bay

Gardens by the bay

TROCAR DINHEIRO

O primeiro passo, chegando ao aeroporto, é trocar dinheiro. Uma regra fundamental quando se viaja para um país asiático: é trocar sempre o dinheiro no destino. Em Singapura a moeda é o dólar de Singapura (cada dólar vale cerca de 55 cêntimos). Há várias casas de câmbio no aeroporto: todas apresentam a mesma taxa.
Poderá levar já de Portugal algum cambiado para que tenha dinheiro para as primeiras despesas antes de chegar a uma casa de câmbio.

COMO IR DO AEROPORTO PARA A CIDADE

Sair do aeroporto para o centro da cidade é bem mais fácil do que se possa imaginar. O Terminal 1 do aeroporto de Changi tem ligação com a estação de metro situada no Terminal 2. Aí, é muito fácil comprar o bilhete de Metro: basta ir a uma das caixas automáticas de venda de bilhetes e indicar a estação de destino.

Para o centro da cidade, não são necessários mais de 2 dólares de Singapura. E há sempre um funcionário de olhos rasgados e sorriso fácil pronto a ajudar. E depois… bem-vindo à cidade mais high-tech e simultaneamente mais calorosa do mundo! (Pelo menos do meu mundo!).

Ilha de Sentosa

Ilha de Sentosa

ONDE DORMIR EM SINGAPURA

Em Singapura muita gente fala inglês (o se não sabe, esforça-se por ajudar) e apesar dos carateres indecifráveis, a maioria das informações é bilingue. Escolher alojamento é fácil. Há centenas de hotéis em Singapura, para todas as carteiras.

Para os viajantes com um orçamento mais confortável, a zona envolvente da Marina é absolutamente recomendável: aqui podem encontrar excelentes hotéis cujos preços não fogem aos padrões de 4 e 5 estrelas em Portugal. O ex-libris da zona, o Marina Bay Sands, vale bem a pena para os mais afortunados – uma noite por 220 euros num hotel cuja piscina tem vista privilegiada para a cidade.

Para quem tem o orçamento controlado, as zonas de Bugis ou Geyland podem ser uma boa escolha. É comum existirem comentários depreciativos acerca destas zonas, principalmente Geyland, a chamada Red Street de Singapura, mas, tal como em toda a cidade, a civilização, a organização e o bom senso imperam.

Os hotéis da cadeia Fragrance (há cerca de seis nestas zonas), têm quartos de hotel pequenos, mas limpos e funcionais, sempre perto de uma estação de metro. Recomendo o Fragrance Hotel Emerald – 40 euros por noite a 10 minutos a pé da estação de metro.

Chinatown

Chinatown

ONDE COMER EM SINGAPURA

Comer em Singapura pode ser uma experiência fascinante. Ao contrário de outras cidades asiáticas, a comida de rua não é tão usual. O forte são os buffets asiáticos,”all you can eat”, por cerca de 6 a 7 dólares de Singapura por pessoa. Nas zonas de Bugis ou Geyland e mesmo em Chinatown ou no centro da cidade, nos mercados junto à Marina, ao casino ou ao Merlion, há boas opções de comida asiática.

Para quem gosta de uma refeição mais ocidental, tem os mil e um shoppings da cidade, espalhados ou pouco por todo o lado, e as famosas cadeias internacionais de fast food, com um preço ainda mais baixo do que em Portugal.

Imperdível: um pequeno almoço tradicional de Singapura (até no aeroporto é maravilhoso), com um Chá Thai bem adoçado e Kaya Toast – um pão bem torrado com recheio de um doce verde bem típico (e com propriedades medicinais, dizem) e manteiga. Uma experiência matinal divina!

Gardens by the bay

Gardens by the bay

O QUE VISITAR EM SINGAPURA

Bem instalados e de barriga cheia, Singapura não é uma cidade de grande história ou monumentos. É uma cidade para se respirar, saborear e viver aos poucos. Em dois dias de passeio, os locais obrigatórios são, sem dúvida, Chinatown ou Little India, que albergam as comunidades estrangeiras mais influentes, o mítico Merlion – o leão símbolo da cidade, e os Gardens By The Bay – jardins plantados à beira mar que nos transportam para um mundo ao estilo Avatar.

É um crime não reservar um dia para conhecer a ilha de Sentosa, acessível pela estação de Metro Harbour Front, em apenas um quilómetro de caminhada – há uma ponte pedonal que o liga diretamente à ilha. Sentosa é um resort idílico criado à parte da confusão comercial e tecnológica de Singapura.

Aqui fica o “maior oceanário do mundo”, dezenas de restaurantes e divertimentos ímpares e o imperdível Universal Studios Singapura. Mesmo para os mais crescidos é uma experiência a não perder e com preços bem acessíveis.

No final do dia, nada melhor do que um pôr-do-sol junto ao Marina Bay Sands onde, diariamente, pelas 20h00, acontece o incrível espetáculo de luz e som, que deixa derretidos até os mais céticos. Dica: vá pelo menos meia hora mais cedo, para reservar lugar e sente-se nos bancos esplanada perto do Merlion. A espera, acredite, não vai ser penosa:  a noite a cair em Singapura realça a beleza e a singularidade de uma Ásia que faz de tudo para agradar quem a visita.

Pôr do sol Marina Bay Sands

Pôr do sol Marina Bay Sands

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