Em Londres, muito perto do Palácio de Buckingham, existe um lugar onde a história da monarquia britânica não está apenas exposta numa vitrina e continua a funcionar todos os dias. São as Royal Mews, as cavalariças reais de Buckingham Palace, onde ainda hoje se treinam cavalos, se preparam coches (lindíssimos) e se organizam parte das deslocações oficiais do Rei e da Família Real.

Para quem visita Londres, as Royal Mews podem passar despercebidas entre os grandes monumentos de Westminster. A entrada fica na Buckingham Palace Road, mas, atrás das portas, encontra-se um dos espaços mais curiosos da estrutura da Casa Real.

Aqui, convivem cavalos, carruagens históricas, automóveis, coches e cocheiros, tratadores e peças que fizeram parte de alguns dos momentos mais solenes da história britânica.

E existe uma particularidade que ajuda a perceber a importância deste lugar: as Royal Mews não são apenas um museu. São ainda hoje umas cavalariças reais em funcionamento.

Em 2025, completaram 200 anos desde a construção do edifício actual, mas a história da instituição é muito mais antiga. As suas origens remontam ao reinado de Ricardo II, no final do século XIV.

Gold State Coach - Coronation - Royal Mews - Estabulo ou Cavalaricas Reais - Londres © Viaje Comigo
Gold State Coach – Coronation – Royal Mews – Estabulo ou Cavalaricas Reais – Londres © Viaje Comigo
Royal Mews - Estabulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estabulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

O que significa, afinal, Royal Mews?

O próprio nome das Royal Mews conta uma história que começa muito antes dos coches dourados e das cerimónias reais.

A palavra inglesa “mew” está relacionada com a muda das penas das aves. As primeiras King’s Mews eram utilizadas para manter os falcões reais durante o período em que mudavam a plumagem e, por isso, não podiam ser utilizados na caça. O nome ficou associado ao espaço e sobreviveu mesmo depois de a função do local ter mudado.

É uma das curiosidades mais interessantes das Royal Mews: o nome que hoje associamos a cavalos e carruagens nasceu, na realidade, da falcoaria medieval.

As King’s Mews existiam já no reinado de Ricardo II, no final do século XIV. Durante cerca de um século estiveram em Charing Cross, numa zona que corresponde actualmente à área onde se encontra a National Gallery.

O edifício original sofreu um incêndio durante o reinado de Henrique VIII, em 1534. Foi reconstruído como cavalariça, mas conservou o nome “Mews”, apesar de a sua função já ser diferente.

É daí que vem uma palavra que se tornou particularmente característica de Londres. As pequenas ruas de mews espalhadas pela cidade, muitas delas hoje transformadas em habitações, também têm origem nesta tradição de espaços associados a cavalos, cocheiras e casas de serviço.

Mas as Royal Mews de Buckingham Palace têm uma história própria.

Royal Mews - Estabulo ou Cavalaricas Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estabulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo
Coche de King Eduardo VII Royal Mews - Estabulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Coche de King Eduardo VII Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

De Charing Cross para Buckingham Palace

A ligação das Royal Mews ao actual Buckingham Palace começou no século XVIII.

Quando George III comprou Buckingham House, em 1762, levou alguns dos seus cavalos e carruagens para os terrenos da residência. O monarca mandou também construir uma escola de equitação, projectada pelo arquitecto Sir William Chambers.

Mas as principais cavalariças reais, onde permaneciam os coches cerimoniais e os respectivos cavalos, continuavam em Charing Cross.

A transformação decisiva aconteceria durante o reinado de George IV.

George IV encarregou o arquitecto John Nash de transformar Buckingham House num palácio adequado à residência real. O projecto incluiu também a construção das novas Royal Mews.

O complexo foi concluído em 1825, com um custo superior a £65.000. Nash criou grandes cavalariças com capacidade para cerca de 100 cavalos, organizadas em torno da escola de equitação. O conjunto incluía ainda cocheiras, salas para os arreios e uma entrada monumental em estilo dórico, encimada por uma torre com relógio.

É este complexo de 1825 que está na origem das Royal Mews que podemos visitar actualmente. Em 2025, o espaço assinalou precisamente o seu bicentenário.

Glass Coach - Coche da Royal Mews - Estabulo ou Cavalaricas Reais - Londres © Viaje Comigo
Glass Coach – Coche da Royal Mews – Estabulo ou Cavalaricas Reais – Londres © Viaje Comigo
Miniature Landau - Royal Mews - Estabulo ou Cavalaricas Reais - Londres © Viaje Comigo
Miniature Landau – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Quando as cavalariças passaram a fazer parte da vida de Buckingham Palace

Se George IV foi responsável pela construção do complexo, foi durante o reinado de Queen Victoria que as Royal Mews ganharam uma importância ainda maior na vida quotidiana da família real.

Victoria tornou-se rainha em 1837 e foi a primeira monarca a viver no Buckingham Palace. A partir desse momento, as Royal Mews passaram a estar intimamente ligadas à vida da residência real.

O espaço não servia apenas para guardar cavalos e carruagens. Era também uma comunidade onde viviam e trabalhavam funcionários e respectivas famílias.

A própria Queen Victoria criou uma escola nas Mews para os filhos das famílias que trabalhavam ali. O príncipe Albert, marido da rainha, acrescentou uma nova forja e outros edifícios. Os filhos de Victoria e Albert aprenderam a andar a cavalo na escola de equitação das Royal Mews.

A descrição de uma pequena comunidade dentro do complexo tornou-se tão adequada que, décadas mais tarde, Queen Elizabeth II descreveu as Royal Mews como “a small village which belongs to Buckingham Palace”, uma pequena aldeia pertencente ao Palácio de Buckingham.

É uma imagem bastante diferente daquela que normalmente associamos a um museu real.

Por detrás dos coches existem pessoas que trabalham diariamente com os animais, tratam dos veículos, cuidam dos arreios e preparam as deslocações oficiais.

Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo
Pony Phaeton - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Pony Phaeton – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo
Foto 1953 - Royal Mews - Estabulo ou Cavalaricas Reais - Londres © Viaje Comigo
Foto 1953 – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Um cavalo fotografado no início da história da fotografia

Entre as histórias curiosas das Royal Mews está um episódio protagonizado pela própria Queen Victoria.

Em 1848, a rainha registou no seu diário uma visita às cavalariças para assistir à realização de daguerreótipos, um dos primeiros processos fotográficos.

O objectivo era fotografar cavalos. Victoria achou particularmente curioso observar a dificuldade em conseguir que os animais permanecessem imóveis durante tempo suficiente para a fotografia.

O resultado foi uma imagem em que aparece um grupo de funcionários e residentes das Royal Mews reunido em torno de um pónei Shetland chamado Webster, que tinha sido o pónei preferido de infância do príncipe Alfred, quarto filho de Victoria.

É um pequeno episódio, mas ajuda a mostrar como as Royal Mews acompanharam a transformação tecnológica da própria monarquia. O espaço nasceu ligado aos falcões e aos cavalos, atravessou a era das carruagens e acabou por incorporar o automóvel sem abandonar completamente as tradições anteriores.

Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Os cavalos das Royal Mews

Ainda hoje existem cavalos nas Royal Mews. Os dois principais tipos utilizados para puxar as carruagens são os Windsor Greys e os Cleveland Bays.

Os Windsor Greys são os cavalos associados às carruagens em que viajam o monarca, outros membros da Família Real e convidados. O nome está ligado à sua antiga presença em Windsor, onde, durante a época vitoriana, eram utilizados nas carruagens privadas da família real.

São cavalos altos, com pelo menos 16,1 hands — aproximadamente 1,65 metros ao garrote — e são seleccionados pelo temperamento estável e pela resistência.

Os Cleveland Bays, de pelagem castanha, desempenham outras funções, incluindo o transporte de altos-comissários e embaixadores que vão apresentar as suas credenciais ao monarca, além de tarefas quotidianas e trabalhos com carruagens.

Não se trata, portanto, simplesmente de manter cavalos históricos para os turistas verem.

As Royal Mews continuam responsáveis pelo treino dos cavalos utilizados nas carruagens reais e pela sua preparação para ocasiões cerimoniais.

Gold State Coach - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Gold State Coach – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

O Gold State Coach: o grande protagonista das Royal Mews

É impossível falar das Royal Mews sem falar do Gold State Coach. O enorme coche dourado é provavelmente a peça mais famosa de todo o complexo e um dos veículos cerimoniais mais reconhecíveis do mundo.

Foi construído em 1762, por encomenda de George III, com desenho do arquitecto William Chambers e execução do construtor de coches Samuel Butler.

Tem cerca de 7 metros de comprimento, 3,6 metros de altura e pesa quatro toneladas. Para o puxar são necessários oito cavalos.

Apesar do nome, não é feito de ouro maciço. Mas, o aspecto dourado resulta do trabalho de douramento (com ouro) aplicado à estrutura e à extraordinária decoração.

O coche é coberto por esculturas e elementos decorativos que não foram colocados ao acaso. Entre eles encontram-se figuras mitológicas e painéis pintados, além de esculturas que representam simbolicamente o poder e a autoridade da monarquia.

No topo existem três querubins associados a Inglaterra, Escócia e Irlanda.

A sua primeira utilização aconteceu em 1762, numa deslocação de George III para a abertura do Parlamento.

Desde então, tornou-se reservado para os momentos de maior solenidade.

O Gold State Coach foi utilizado em todas as coroações desde a de William IV, em 1831. Queen Elizabeth II viajou nele na sua coroação, em 1953, e o coche voltou a aparecer no Platinum Jubilee Pageant de 2022 e na coroação de King Charles III, em 2023.

Gold State Coach - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Gold State Coach – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Quatro toneladas de história… e uma viagem pouco confortável

O Gold State Coach impressiona pelo tamanho, mas a experiência de viajar nele está longe de ser sinónimo de conforto moderno.

O peso e a construção fazem com que o coche se desloque lentamente. A sua utilização está reservada para ocasiões em que o simbolismo e a cerimónia são mais importantes do que a rapidez ou a comodidade.

A própria Queen Victoria não era uma grande admiradora do conforto proporcionado pelo coche.

E é essa combinação entre magnificência e desconforto que torna o veículo fascinante. Foi concebido para ser visto. A dimensão, o douramento, as esculturas e os cavalos fazem parte de uma encenação de poder e de representação pública.

Quando aparece numa procissão, o coche deixa de ser apenas um meio de transporte. Transforma-se em cenário.

Lojas frente ao Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Lojas frente ao Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

O Diamond Jubilee State Coach: a carruagem real que junta história e tecnologia

Quem visita as Royal Mews pode também ver um contraste interessante com o Gold State Coach: o Diamond Jubilee State Coach.

É a carruagem mais recente do conjunto. Foi construída para assinalar o Jubileu de Diamante de Queen Elizabeth II e utilizada pela primeira vez na abertura do Parlamento, em 4 de Junho de 2014.

Embora tenha o aspecto de um coche tradicional, incorpora tecnologia moderna. E tem uma câmara para gravar vídeo no topo.

Tem mais de cinco metros de comprimento, pesa mais de três toneladas e é puxada por seis cavalos. O corpo é feito de alumínio e possui seis estabilizadores hidráulicos destinados a reduzir o balanço da carruagem.

Mas a parte mais interessante está no interior.

Foram incorporados materiais provenientes de mais de 100 locais e organizações históricas de todo o Reino Unido. Há materiais relacionados com lugares como Westminster Abbey, Tower of London, Windsor Castle, Edinburgh Castle e Hampton Court Palace.

O conjunto inclui ainda elementos associados ao Royal Yacht Britannia, à Mary Rose, a aviões da Segunda Guerra Mundial e até uma bala de mosquete relacionada com a Batalha de Waterloo.

O resultado é quase uma cápsula da história britânica sobre rodas.

A carruagem combina, assim, a aparência de um veículo tradicional com uma construção contemporânea e materiais que procuram representar diferentes capítulos da história do país.

Diamond Jubille State Coach - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Diamond Jubille State Coach – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Mais do que o coche dourado

Um dos erros de quem visita as Royal Mews seria entrar, fotografar o Gold State Coach e sair.

Entre as peças encontram-se o Glass Coach, o Irish State Coach, o Scottish State Coach, a carruagem de Queen Alexandra e outros veículos utilizados em diferentes momentos da história da monarquia.

Existe também a Semi-State Landau, uma reprodução da carruagem associada a Queen Victoria. A monarca utilizava este tipo de carruagem em ocasiões cerimoniais e é possível sentar-se numa reprodução durante a visita.

Há ainda uma pequena colecção de carruagens concebidas para serem puxadas por animais de menor porte. Entre elas encontra-se o Donkey Barouche, oferecido como presente de Natal aos filhos de Queen Victoria em 1846.

São estes detalhes que tornam a visita particularmente interessante: ao lado dos grandes símbolos da monarquia encontram-se objectos que permitem perceber aspectos mais quotidianos da vida da família real.

Irish State Coach - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Irish State Coach – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Dos cavalos aos automóveis

As Royal Mews não ficaram paradas no século XIX. A evolução dos meios de transporte também chegou às cavalariças reais.

Actualmente, a instituição é responsável pelas deslocações rodoviárias do Rei e de membros da Família Real, tanto em carruagens puxadas por cavalos como em automóveis. Também assegura a manutenção e preparação dos veículos utilizados em ocasiões de Estado.

Esta é talvez uma das características que mais distingue as Royal Mews de um museu convencional. Ali, a tradição e a modernidade convivem no mesmo espaço.

Um coche pode ter centenas de anos e continuar a ser preparado para uma cerimónia oficial, enquanto os automóveis fazem parte da logística contemporânea da Casa Real.

Carro do King Charles - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Carro do King Charles – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

As Royal Mews e as cerimónias de Estado

O trabalho realizado neste espaço torna-se especialmente visível nas grandes cerimónias.

As Royal Mews têm um papel importante em coroações, abertura do Parlamento, visitas de chefes de Estado e outras ocasiões oficiais.

Existe ainda uma função diplomática menos conhecida: cerca de 50 vezes por ano, segundo a Royal Collection Trust, as carruagens das Mews são utilizadas para transportar altos-comissários e embaixadores recém-nomeados que vão apresentar as suas credenciais ao monarca no Buckingham Palace.

E existe uma tradição ainda mais curiosa: desde 1843, uma carruagem Brougham de serviço sai diariamente das Royal Mews para recolher e entregar correspondência entre Buckingham Palace e St James’s Palace.

É uma pequena rotina que atravessa quase dois séculos e que demonstra como a história das Royal Mews não se resume a grandes procissões.

Donkey Barouche - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Donkey Barouche – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Um espaço que também sofreu com a guerra

Ao longo dos seus 200 anos no Buckingham Palace, as Royal Mews testemunharam acontecimentos muito diferentes.

Foram espaço de trabalho, habitação, aprendizagem e cerimónia. Durante a Primeira Guerra Mundial receberam, por exemplo, actividades relacionadas com o esforço de guerra, e durante a Segunda Guerra Mundial sofreram danos provocados pelos bombardeamentos.

O complexo sobreviveu a mudanças políticas, sociais e tecnológicas profundas.

Passou da época das carruagens como principal meio de transporte dos soberanos para a era do automóvel. Viu nascer a fotografia moderna, atravessou duas guerras mundiais e continuou a desempenhar funções na monarquia contemporânea.

Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo
Small Coach - Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Small Coach – Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

O que se vê numa visita às Royal Mews?

A visita permite entrar numa parte do universo de Buckingham Palace que normalmente fica escondida do público.

É possível observar os coches e carruagens, conhecer cavalos, perceber como são preparados os arreios e conhecer melhor o trabalho dos funcionários que mantêm esta estrutura em funcionamento.

A Royal Collection Trust disponibiliza um guia multimédia gratuito, com uma duração aproximada de 45 minutos. Existem também visitas guiadas gratuitas com os Wardens, igualmente com cerca de 45 minutos, embora estejam sujeitas à disponibilidade.

O guia multimédia está disponível, entre outras línguas, em português, além de inglês, francês, alemão, italiano, japonês, mandarim, russo e espanhol.

Também é possível tirar fotografias dentro uma reprodução de uma carruagem real e, nas State Stables, e se possível aprender como se prepara um cavalo para puxar uma carruagem através de uma atividade com um pónei de madeira.

Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

Quanto custa visitar as Royal Mews em 2026?

Para quem está a planear uma viagem a Londres em 2026, as Royal Mews estão abertas ao público no período indicado pela Royal Collection Trust de 5 de Março a 1 de Novembro de 2026.

O bilhete normal de adulto custa £18, enquanto os jovens dos 18 aos 24 anos pagam £12 e as crianças dos 5 aos 17 anos £9. Crianças com menos de cinco anos têm entrada gratuita.

Há ainda uma possibilidade interessante: o bilhete pode ser convertido, antes de sair, num 1-Year Pass, permitindo voltar gratuitamente durante um ano, de acordo com as condições da Royal Collection Trust.

Actualmente existe também uma opção combinada com Buckingham Palace, com desconto de 10% sobre os dois bilhetes, durante o período indicado para 2026.

É importante confirmar sempre horários e condições antes da visita, porque as Royal Mews continuam a ser um espaço de trabalho da Casa Real e os horários ou acessos podem sofrer alterações.

Informações oficiais e bilhetes para as Royal Mews⁠.

Royal Mews - Estabulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estabulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo
Royal Mews - Estábulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
Royal Mews – Estábulo ou Cavalariças Reais – Londres © Viaje Comigo

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Royal Mews - Estabulo ou Cavalariças Reais - Londres © Viaje Comigo
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Loja do Museu e Cavalariças do Palácio Buckingham - Londres © Viaje Comigo
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