Angkor Wat, Cambodja - Foto: Andreia Palmeirim
Publicado em Abril 1, 2016

As dicas para visitar o Cambodja, por Andreia Palmeirim

Ásia/ Cambodja [ Angkor Wat/ Phnom Penh ]

A jornalista Andreia Palmeirim andou pelo Cambodja e quis deixar as suas dicas no Viaje Comigo. Passou pela capital Phnom Penh e seguiu caminho para os turísticos Siem Reap e Angkor Wat. A experiência está aqui descrita e com sugestões bem úteis. Conta-nos tudo Andreia 😀

O Cambodja não é certamente o destino mais procurado do sudeste asiático, mas vale a pena conhecer. A capital, Phnom Penh, antes conhecida por “Pérola da Ásia” é hoje uma cidade marcada pelas guerras, invasões e ditaduras das últimas décadas.

Junto ao rio Mekong, Phnom Phen, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Junto ao rio Mekong, Phnom Phen, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

Junto ao rio Mekong, Phnom Phen, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Junto ao rio Mekong, Phnom Phen, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

CHEGADA AO AEROPORTO

Para quem chega da Tailândia, o contraste é brutal. Antes de mais é preciso tirar um visto (custa cerca de 30 dólares). O dólar é aceite em praticamente todo o Cambodja, apesar da moeda local ser o riel.
Do aeroporto para o centro da cidade o melhor mesmo é ir num dos vários tuk tuks (custam cerca de dez dólares).

De tuk tuk em Phnom Phen, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

De tuk tuk em Phnom Phen, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

ONDE DORMIR

A maioria dos hotéis e restaurantes para turistas encontram-se junto ao rio Mekong. Tentei comer nos sítios com mais locais, mas o grande problema é a língua. A maioria não percebe inglês.
Dentro da própria cidade, para pequenos circuitos, os tuk tuks custam entre 2 a 3 dólares (há sempre a possibilidade de negociar).

Veja aqui locais onde ficar alojado em Phnom Penh, capital do Cambodja.

Nascer do sol em Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Nascer do sol em Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

O QUE FAZER

Na cidade ainda se encontram muitas memórias do sangrento regime do Khmer Vermelho. Duas das atrações mais visitadas são, por isso, os Killing Field (ficam fora da cidade) e o Museu Tuol Sleng (quem tiver carteira de jornalista não paga entrada).
Fui apenas ao museu. É uma visita difícil em termos emocionais mas essencial para se perceber melhor o povo cambojano.

Depois de toda esta carga emocional e para desanuviar optei por um passeio junto ao rio Mekong, com passagem pelo Palácio Real e Museu Nacional.
Para os mais sensíveis: impressiona, e muito, a quantidade de crianças que pedem dinheiro e, principalmente, comida.

Museu Tuol Sleng, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Museu Tuol Sleng, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

Museu Tuol Sleng, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Museu Tuol Sleng, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

DA CAPITAL PARA SIEM REAP

Existem várias opções para chegar a Siem Reap, o local mais turístico e visitado do Cambodja. Várias agências, na zona junto ao rio, vendem bilhetes de autocarro (Giant Ibis, Mekong Express), carrinhas ou barco (só é possível em algumas estações do ano). Optei por ir numa carrinha de nove lugares.

A viagem demorou entre cinco e seis horas, mas o caminho é péssimo e a viagem é feita praticamente aos saltos. Lado positivo? Conseguimos ver uma boa parte do país.

Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

ALOJAMENTO EM SIEM REAP

As opções são muitas a nível de alojamento. Para quem quer um sítio central, barato e confortável aconselho o I Lodge. Fica numa zona animada e com tudo o que preciso ali mesmo à porta: existem vários restaurantes, bares, mercados e casas de massagem.

Veja outras propostas para alojamentos em Siem Reap, no Cambodja, clicando aqui.

Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

ANGKOR WAT

Se a ideia for comprar o bilhete de um dia para Angkor Wat, o ideal é ir logo ao final da tarde do dia anterior à visita. Compra-se logo o bilhete (evitam-se as filas do dia seguinte) e ainda se poder ver o pôr-do-sol numa das zonas permitidas de Angkor.

Para chegar a Angkor a melhor opção é o tuk tuk e também para nos deslocarmos lá dentro, porque as distâncias entre os vários monumentos são longas (vários quilómetros) – nos hotéis oferecem algumas possibilidades.

Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

No dia da visita custa, é verdade, mas aconselho a acordar bem cedo (4 da manhã) e ver o nascer do sol junto à entrada de Angkor Wat. É brutal.
É essencial levar roupa que tape as pernas e os braços, se não o fizerem podem proibir a entrada em alguns templos.

Boa viagem!

Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja - Foto Andreia Palmeirim

Angkor Wat, Cambodja – Foto Andreia Palmeirim

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